sexta-feira, 12 de novembro de 2010

XXII

Esplendor! Última presença do desejo!...
O que desliza no sujeito do desejo
Desliza para além da estrlea da manhã...
Em cada amante há um demônio. E o cobiçável




Objeto em direção ao qual se estende a mão
À mão do eclípse oculto que não se revela,
Ora (direis) freqüentemente vezes a janela




Abre, e, os ouvidos emprestando à Diotima,
Que sabe de amor, mas do amor não sabe nada,
Pois para além do amor é necessário o mito:




O demônio de Sócrates tocando a flauta...
Aquela pedra de escândalo no caminho...
A flor do láscio e o invólucro do desejo




Em sua fuga da empresa escandalosa de EROS!

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