Esplendor! Última presença do desejo!...
O que desliza no sujeito do desejo
Desliza para além da estrlea da manhã...
Em cada amante há um demônio. E o cobiçável
Objeto em direção ao qual se estende a mão
À mão do eclípse oculto que não se revela,
Ora (direis) freqüentemente vezes a janela
Abre, e, os ouvidos emprestando à Diotima,
Que sabe de amor, mas do amor não sabe nada,
Pois para além do amor é necessário o mito:
O demônio de Sócrates tocando a flauta...
Aquela pedra de escândalo no caminho...
A flor do láscio e o invólucro do desejo
Em sua fuga da empresa escandalosa de EROS!
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