terça-feira, 16 de novembro de 2010

II

Prosseguirei poeta, longe da censura.
As coisas mais banais estão na minha agenda,
A solidão circula no meu sangue frio
Por amor deste pão que alimenta e consola;




Prosseguirei deixado à minha própria sorte,
Que é de somenos importância para os homens.
Eu passo ao longe dos leitores cibernéticos,
A solidão cintila neste pão deserto






Ao longe. A minha consciência desposada
Da loucura adormece, e ressuscita, e brilha,
E dorme... prosseguindo assim meu pensamento...




Eu me reservo ao direito  de estar ao canto,
Ao pé desta janela pra morrer de espanto, 
Mas nem sequer alcanço a estrela da manhã!

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